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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Ao lado da população de Lapa do Lobo pela reposição de horários suprimidos

Corre na Freguesia de Lapa do Lobo, um abaixo-assinado que já recolheu mais de 500 assinaturas, que reclama à Comboios de Portugal/IP a reposição dos horários de paragem nesta localidade dos comboios regionais com destino e regresso de Coimbra.

Ler texto integral

 

Assimetrias regionais: criar condições para que as populações tenham vidas dignas

Penalva do Castelo5

PCP interpela governo sobre as assimetrias regionais

 

Interpelação ao Governo centrada nos problemas das assimetrias regionais, da desertificação e do despovoamento do território e nas políticas necessárias para assegurar o desenvolvimento equilibrado do país.

 

Balanço ao Ano Agrícola de 2013; 2014 - «Ano Internacional da Agricultura Familiar»

 

 «A única medida que o Governo tomou, especificamente virada para os pequenos e médios Agricultores, foi a imposição de novas regras fiscais destinadas a aumentar a fiscalização e a tributação sobre esses mesmos Agricultores, para os eliminar. Eis outra consequência do programa de desastre nacional das tróikas e do Governo.»

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«A Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu consagrar 2014 como «Ano Internacional da Agricultura Familiar», o que a CNA considera positivo.

De facto, é justo e necessário dar mais visibilidade à importância da Agricultura Familiar enquanto actividade e modo de produção respeitadores da Biodiversidade e que contribuem para uma alimentação saudável e acessível bem como para a Soberania Alimentar dos Povos e Países. E que também podem contribuir, decisivamente, para fixar as Populações aos territórios rurais de vastas e já hoje desumanizadas Regiões deste nosso Planeta

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O processo de liquidação das freguesias - governo sofreu já uma primeira derrota

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1. A coberto e a pretexto do Pacto de Agressão que PS, PSD e CDS assinaram com o FMI e a União Europeia, o governo tem em curso na continuidade de orientações e opções adoptadas ou tentadas em momentos anteriores, um salto qualitativo na ofensiva contra o poder local democrático. Um ataque que significaria, a ser levado até ao fim, uma completa descaracterização dos elementos mais progressistas e avançados do poder local, a liquidação do que ele representa enquanto conquista de Abril.

Um ataque dirigido para asfixiar financeiramente o poder local impondo não apenas a redução dos serviços que as autarquias prestam às populações mas também uma forma indirecta de roubar recursos e meios que lhes seriam devidos. Um projecto de liquidação da autonomia administrativa do poder local que dá a dimensão exacta do modelo que o governo ambiciona impor assente na transformação das autarquias em meras dependências da administração central, desprovidas de meios e competências, à maneira do antigamente.

Um projecto de agressão ao poder local que, afrontando a Constituição da República Portuguesa é, na sua essência, um programa de agressão ao país, às populações e às suas condições de vida, indissociável da liquidação de direitos e de serviços públicos essenciais que a política de direita vem prosseguindo, condenando ao declínio muitos concelhos e freguesias.

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Assimetrias de desenvolvimento - A pequena geopolítica da grande exploração

Texto de Anselmo Dias

 

    Tem sido repetidamente afirmado que o espaço do nosso País é profundamente assimétrico, quer quanto ao tecido produtivo, quer relativamente à distribuição da riqueza, quer, ainda, no que diz respeito aos salários, aos indicadores sociais e aos índices de conforto da população.

Estamos a falar de um território que, no continente, tem um comprimento máximo de 576 kms e uma largura «este-oeste» de cerca de 281 kms, distâncias que, em auto-estrada, são percorridas, à vontade, no tempo que medeia entre um pequeno almoço e um lanche a meio da tarde.

Contudo, em tão curto espaço territorial, coexistem situações muito diferenciadas, balizadas todas elas pelos interesses próprios, mas antagónicos, das classes existentes, e potenciadas por um poder político que não só não cumpre a Constituição, como, declaradamente, numa arbitragem política tipo «apito dourado desportivo», dirige o país a favor da classe dominante, cujo poder económico constitui o poder divino adorado e venerado pelos dignatários do PS, PSD e CDS. Estes neo-sacerdotes, herdeiros do liberalismo do século XVIII, guiados pelo sacramento da concentração capitalista, têm, na sua cruzada dos últimos 30 anos, conduzido o país a uma situação desastrosa, perfeitamente tipificada no facto de Portugal ser, no conjunto dos 27 países da União Europeia, aquele onde persistem as maiores desigualdades sociais, oficialmente reconhecidas pelo Eurostat, embora, em nossa opinião, tais diferenças sejam muito superiores às oficialmente divulgadas. São desigualdades, prioritariamente a nível das pessoas e, reflexamente, a nível das regiões (as assimetrias regionais reflectem as assimetrias sociais), que precisam de ser conhecidas na justa medida em que é preciso conhecer para se poder transformar. A nossa luta não se faz em tese, na base desta ou daquela suposição, deste ou daquele palpite, ela faz-se no concreto.

Por isso é importante conhecer o país; e uma das formas de o conhecer é atravessá-lo de lés a lés, olhar com olhos de ver, correlacionar um conjunto de indicadores estatísticos, mas humanizando-os, tendo em conta que, por baixo de um número, há as consequências da luta de classes, há pessoas, cuja maior parte engrossa a massa dos explorados.

 

Texto integral in revista "O Militante" - Edição de Julho/Agosto de 2007

 

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