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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Como as sucessivas quebras de promessas pelos EUA podem levar a uma nova Guerra Fria

George H. Bush Mikhail Gorbachev 1991-10-29 Soviet

O então presidente dos EUA George H. Bush gesticula durante uma entrevista conjunta com o presidente soviético Mikhail Gorbachev 29 de outubro de 1991, na embaixada soviética em Madrid. (Foto AP/Jerome Delay)

Documentos secretos desclassificados contam a história de como as autoridades americanas levaram os russos a acreditar que nenhuma expansão seria empreendida pela NATO, e mais tarde quase duplicou o tamanho da aliança.

Transcrições e resumos russos e americanos de reuniões de alto nível, postados nos últimos anos pelo Arquivo de Segurança Nacional da Universidade George Washington, registam várias garantias no início dos anos 1990.

Algumas eram explícitas, outras implícitas e passíveis de interpretação.

Foram dados repetidamente de várias formas a Gorbachev, ao presidente russo Boris Yeltsin e a outros funcionários russos pelos mais altos dirigentes americanos e europeus, incluindo os presidentes dos Estados Unidos George HW Bush e Bill Clinton, os secretário de Estado James Baker e Warren Christopher, o diretor da CIA Robert Gates, o chanceler da Alemanha Ocidental Helmut Kohl, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha Ocidental Hans-Dietrich Genscher, os primeiros-ministros britânicos Margaret Thatcher e John Major, o presidente francês François Mitterrand e o secretário-geral da NATO Manfred Wörner.

 

Expansão da NATO: o que Gorbachev ouviu

NSA-Expansãoda NATO_o que Gorbachov ouviu.jpg

clicar na imagem para ver todos os documentos desclassificados

 

Entrevistas de Embaixadores dos EUA na Rússia

Painel 3 embaixadores EUA na URSS-Rússia 1987-200

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National Security Archive.jpg

O Arquivo de Segurança Nacional [não confundir com Agência de Segurança Nacional] é uma instituição de pesquisa e arquivamento não governamental, sem fins lucrativos, localizada no campus da Universidade George Washington em Washington, D.C. Fundada em 1985 para verificar o crescente sigilo do governo.

O Arquivo de Segurança Nacional é um centro de jornalismo de investigação, defensor do governo aberto, um instituto de pesquisa de assuntos internacionais e o maior repositório de documentos desclassificados dos EUA fora do governo federal.

O Arquivo de Segurança Nacional estimulou a desclassificação de mais de 10 milhões de páginas de documentos governamentais ao ser o principal utilizador sem fins lucrativos da Lei de Liberdade de Informação dos EUA (FOIA), apresentando um total de mais de 50.000 FOIA e solicitações de desclassificação em mais de 30 anos de história.

AQUI:

«The National Security Archive is a 501(c)(3) non-governmental, non-profit research and archival institution located on the campus of the George Washington University in Washington, D.C. Founded in 1985 to check rising government secrecy, the National Security Archive is an investigative journalism center, open government advocate, international affairs research institute, and the largest repository of declassified U.S. documents outside the federal government.[1] The National Security Archive has spurred the declassification of more than 10 million pages of government documents by being the leading non-profit user of the U.S. Freedom of Information Act (FOIA), filing a total of more than 50,000 FOIA and declassification requests in its over 30 years of history.»

 

Adenda em 26/04/2022 às19h45m:

Expansão da NATO: o que Yeltsin ouviu

NSA-Expansãoda NATO_o que Yeltsin ouviu.jpg

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75.º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo

PCP: Agenda de Sábado, 9 de Maio

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Soldado soviético hasteia bandeira da URSS no Reichstag em Berlim em 1945

75.º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo

 

Sábado, 9 de Maio PCP

  • 10h00 – Declaração do Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, sobre o 75.º aniversário da Vitória sobre o Nazi-Fascismo;

  • 14h00 – Vídeo do PCP «75.º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo. Em nome da paz e da verdade. Contra o fascismo e a guerra»;

  • 17h00 – Sessão pública do PCP «Em nome da paz e da verdade. Contra o fascismo e a guerra», com Pedro Guerreiro, Francisco Canelas, Ilda Figueiredo, João Pimenta Lopes, João Goulão, Kaoê Rodrigues e Luís Carapinha;

  • 21h00 – Iniciativa do PCP comemorativa do 70.º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo, no dia 8 de Maio de 2015, em Lisboa.

 

Transmissão em www.pcp.pt e nas contas do PCP no Facebook, Twitter e Youtube

Soldado soviético hasteia bandeira URSS Reichstag

 

Vladimir Ilitch Oulianov (Lénine) 22 de Abril de 1870 / 21 de Janeiro de 1924

150 anos do nascimento de Lénine

Lénine 150 anos.jpg

«(...)

Nesta data em que passam 150 anos do nascimento de Lénine mais uma vez reafirmamos o compromisso do PCP com o projecto comunista.

Um projecto que o PCP tudo fará para continuar a honrar, cumprindo as suas responsabilidades nacionais e internacionais de grande força da liberdade, da democracia, do progresso social, do socialismo.

Sim, fomos, somos e seremos comunistas, seguindo na esteira de Lénine!»

 

Lenin last underground_1917

 

Iúri Alieksieievitch Gagárin: O primeiro cosmonauta

12 de Abril: Dia Internacional dos Voos Espaciais Tripulados

Iúri Gagárin9

Foi no dia 12 de Abril de 1961 que o soviético Iúri Gagárin se tornou o primeiro homem a viajar no espaço, a bordo da Vostok I.

Um feito que «abriu o caminho à exploração do espaço para benefício de toda a Humanidade», tal como sublinhou, em Abril de 2011, a Assembleia Geral da ONU, ao declarar 12 de Abril como o Dia Internacional dos Voos Espaciais Tripulados.

Iúri Gagárin_montagem

«Poderei eu alguma vez esquecer o Sol, fonte da vida do nosso planeta, exuberante, de um branco azulado, completamente diferente da sua imagem observável desde a Terra? Os que o viram tal como ele é são ainda pouco numerosos. De todas as maneiras, estou certo de que muitos o verão, dezenas, centenas de terrestres, homens de todas as profissões e cidadãos de todos os países. Procurando decifrar os mistérios do Universo, eles sonharão com o bem dos homens.»

Estas palavras do cosmonauta e herói soviético, escritas por ocasião do cinquentenário da Revolução de Outubro, são de sobra conhecidas pelos que abordaram textos evocativos da sua vida e do feito inesquecível que a ela ficou associada. E nunca é demais lê-las. Testemunho de uma experiência humana pioneira, elas são também demonstrativas do espírito com que Iúri Gagárin abordou a viagem ao espaço extra-terrestre.

Posteriormente, dirá: «Konstantin Tsiolkovski, sábio dotado de um poder de previsão extraordinário, disse que os homens acabariam por conquistar todo o espaço à volta do Sol. Apercebo-me de que esta obra exigirá o esforço de numerosas gerações, desenvolvendo-se em consonância com o ritmo do progresso científico e técnico. Se os homens progressistas unirem os seus esforços, estou convencido de que a Humanidade construirá os primeiros degraus que conduzirão ao Espaço, talvez a Marte. Esta domesticação do Cosmos, realizada num clima de amizade, trará vantagens infinitas também segundo o plano puramente terrestre, por exemplo, em matéria de controlo do clima.»

Iúri Gagárin4

Vostok1_descent_module-Wikp.jpg

VOSTOK 1 Módulo descendente

O voo de Gagárin evidenciou a pujança do programa espacial soviético e o seu pioneirismo na conquista espacial:

em Outubro de 1957, a URSS lançou o primeiro satélite artificial, o Sputnik, e, no mesmo ano, o primeiro ser vivo entrou em órbita: a cadela Laika.

Em 1959, a sonda Luna 2 alcançou a Lua, de cujo lado oculto a sonda Luna 3 enviaria as primeiras imagens, também nesse ano.

Em 1960, os cães Belka e Strelka foram os primeiros seres vivos a regressar em segurança à Terra, depois de um voo espacial.

Já depois do voo de Gagárin, Valentina Tereshkova tornar-se-ia a primeira mulher a conquistar o espaço, em 16 de Junho de 1963.

Vostok-1-musee-du-Bourget-Paris_Wiko.jpg

Nave espacial VOSTOK 1

Depois de sobrevoar a Terra numa nave-satélite, eu vi como é lindo o nosso planeta.

Pessoal, vamos conservar e multiplicar esta beleza, e não destruí-la.

Gagárin

Gagárin, herói soviético e da Humanidade, morreu novo, num voo de treino, a 27 de Março de 1968, pouco tempo depois de ter completado 34 anos.

Hoje, 59 anos passados sobre aquele 12 de Abril, o seu feito inesquecível continua a ser lembrado, assim como a sua audácia, a sua coragem e o seu sorriso confiante e contagiante, que parecia vir de quem sabia que ajudara a abrir uma nova era e parecia dizer-nos que sonhava «com o bem dos homens».

 

Mais uma vez sobre o capitalismo de Estado

Lenin-Engels-Marx

«O QUE É em geral o capitalismo de Estado?

O capitalismo de Estado é um regime económico em que o Estado intervém como um proprietário privado solidário e comum, como um detentor associado de propriedade privada que exprime o interesse dos proprietários privados.

No nosso país muitos gostam de repetir o pensamento de V.I. Lénine de que o monopólio capitalista é a preparação material completa para o socialismo. Mas não se pode entender isto de uma forma simplista, como se bastasse chegar ao poder, nacionalizar a grande indústria capitalista para se obter logo o socialismo.

(...)

Ora os princípios de formação de rendimento na propriedade socialista e na propriedade burguesa são directamente opostos, antagónicos, mesmo quando a propriedade burguesa se reveste da forma estatal.

Com efeito, a propriedade burguesa pode ser socializada completamente e conservar, no entanto, o seu carácter explorador.»

Tatiana Khabarova, Doutorada em Ciências Filosóficas

17 de Maio de 2002

Ler texto integral

 

Estava a URSS preparada para a guerra?

Soldado Bandeira URSS Reichstag Berlin 1945

Serguei Matvéievitch Chtemenko (1907-1976), membro do PCUS desde 1930, ano em que conclui a Escola Militar de Artilharia de Sebastopol.

Exerce funções no Estado-Maior General desde 1940, tornando-se chefe da Direcção de Operações em 1943.

Em Novembro desse ano acompanha Stáline à conferência de Teerão.

No Verão de 1944 coordena as acções das diferentes frentes.

Após a guerra torna-se chefe do Estado-Maior General, primeiro vice-ministro da Defesa da URSS (1950-1952) e candidato do CC (1952-1957).

Em 1968 é nomeado chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Unificadas dos Estados Signatários do Pacto de Varsóvia.

O texto é um extracto do livro O Estado-Maior General nos Anos da Guerra, em dois volumes, que teve duas edições (1968 e 1975), no qual Chtemenko reúne as suas memórias sobre aquele período.

 

Operação Vístula-Oder / Prússia Oriental-Curlândia-Cárpatos

Mapa Operação Vístula-Oder2.jpg

Mapa Operação Vístula-Oder1.jpg

 

Assim, escreveu Moskalenko:

«Nos anos da Grande Guerra Pátria, quando milhões de pessoas participavam nos combates com armamento e técnicas eficazes, o problema da concentração de forças tornou-se extraordinariamente difícil. Este princípio ganhou um novo conteúdo. O nosso alto comando aplicou-o frequentemente em operações na frente e conseguiu êxitos assinaláveis. Isto foi muito evidente na batalha de Stalingrado, onde o Exército Vermelho, com um número de forças equivalente, cercou os alemães e liquidou-os.

As nossas tropas praticaram, com êxito, a concentração de forças em quase todas as operações posteriores, sem que o alto comando fascista tenha uma única vez conseguido opor-se-lhe de uma maneira eficaz. Com o decorrer do tempo, o nosso alto comando, cada vez mais confiante, procurava enfraquecer algumas secções para concentrar tropas noutros pontos. Embora estivesse sempre presente o perigo de o adversário atacar em primeiro lugar na secção da frente enfraquecida, nunca foi capaz de o fazer, já que na maioria dos casos o nosso alto comando concentrou as tropas sabiamente, fazendo-o só no último momento, depois de ter enganado o adversário com manobras de diversão.

Os generais de Hitler, que sofreram derrota após derrota, não queriam admitir que os seus fracassos tinham origem na crescente arte do nosso comandante e na capacidade militar dos nossos soldados. Para se justificarem, os generais nazis referiam, entre outras razões, a superioridade de forças do Exército Vermelho, que na verdade tinha sido conseguida nas direcções principais através de uma sábia concentração de forças

 

Penalva do Castelo: Exposição «Centenário da Revolução de Outubro (1917-2017)»

Expo centenário RO Penalva 2017.jpg

 

A Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo acolhe, entre os dias de 23 de Outubro a 04 de Novembro, a exposição comemorativa do “Centenário da Revolução de Outubro (1917-2017)", uma iniciativa promovida pela Comissão Concelhia do Partido Comunista Português.

Constituída por 15 painéis informativos, a exposição pretende evocar o centenário da Revolução de Outubro, ocorrida no dia 07 de novembro de 1917, (25 de outubro no calendário juliano, então em vigor), e dar a conhecer a tomada do poder na Rússia pelos bolcheviques e a instauração do primeiro Estado socialista da História.

A exposição pode ser visitada durante o horário de funcionamento da Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo.

 

23 de Janeiro de 1898 – Nasce Sergei Eisenstein

Sergei Eisenstein

Revolucionário, professor, escritor, cineasta, encenador, realizador, Sergei Mikhailovich Eisenstein é um dos maiores e mais inovadores cineastas de todos os tempos e o cineasta por excelência da revolução soviética.

Nascido em Riga, na Letónia, Eisenstein (1898-1948) desenvolveu novas técnicas na forma de filmagem que mantêm toda a actualidade e são motivo de estudo em todo o mundo.

No seu primeiro filme, «A Greve», sobre a revolução fracassada de 1905, a última sequência é inesquecível: mostra em paralelo um massacre de bovinos e o de trabalhadores pela polícia.

Segue-se o «Couraçado Potemkin», um estrondoso sucesso internacional que permanece um clássico do cinema.

Após um breve interregno nos EUA, onde roda «Que viva o México!», Eisenstein regressa à URSS e realiza mais duas obras-primas: Alexander Nevsky e Ivan o Terrível.

Este último, uma trilogia inacabada devido à súbita morte de Eisenstein, de ataque cardíaco, é um verdadeiro hino à nação russa.

AQUI

 

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