Sábado, 9 de Fevereiro de 2019

A operação lançada contra o PCP é um caso de estudo

Manipulação-Informativa

Seguidores da teoria deGoebbels, por aí vagueiam os que continuam a confiar que a mentira repetida pode, à força de ser mediatizada, passar a verdade. Partidários do mesmo anti-comunismo vêem, nas pisadas daquele, fonte de inspiração. Sem Reichtags à mão, enquanto motor de provocação, socorrem-se do que podem.

Confundindo carteira profissional com função de jornalismo, atirando a pedra e escondendo a mão com a cobardia própria dos que se julgando com as armas todas se podem mover a seu bel prazer, acreditando que têm por segura a total impunidade, aí estão mentindo, caluniando e difamando. Assumindo o papel de peões de brega de interesses que não confessam.

A operação lançada contra o PCP é um caso de estudo sobre até onde pode ser levada a manipulação de factos, a pergunta insidiosa que transporta a acusação feita verdade, o histerismo inquisitivo para se desmentir o que foi inventado, a instrumentalização de ligações familiares, a montagem de fragmentos desconexos para que se encaixem no puzzle difamatório previamente concebido, a censura de depoimentos recolhidos para suportar a mentira montada.

Não confundimos jornalismo nem jornalistas com a acção desqualificada, sem escrúpulos e mercenária das últimas semanas, circunscrita em número de agentes, embora com a força da amplificação mediática que lhe deu suporte.

A assertiva citação atribuída a Bernard Shaw quanto ao que esperar de uma luta com um porco não atinge nem se dirige aos jornalistas. Só quem chafurda na mentira e na calúnia nela se reverá.

Tocados onde mais lhes dói, os interesses monopolistas (incluindo os da comunicação social) soltaram os cães.

Cá estamos para os enfrentar e prosseguir a nossa intervenção em defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, combatendo exploração e empobrecimento.

Sem nos deixarmos intimidar.

Sublinhados meus

Manipulação Televisão

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 10:59
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2019

O grande capital e a direita reaccionária não perdoam ao PCP

antonio filipe 2019.jpg

Quanto mais se agudiza a crise do capitalismo e se acentuam as suas contradições, mais aumenta a agressividade contra aqueles que coerentemente se lhe opõem.

Quando se torna evidente a crise das soluções governativas demoliberais ensaiadas pelo capitalismo e cresce o mal-estar social ditado pelo aumento da exploração e pela acentuação das desigualdades, o poder económico solta os cães de fila e faz sair do armário toda a sorte de forças reaccionárias e fascistas destinadas a combater por todos os meios as forças democráticas que não se resignam perante a exploração e as injustiças e que lutam por transformações políticas, económicas e sociais de carácter progressista.

Quando vemos, em vários países e continentes, o poder económico promover a tomada do poder político por forças fascistas e demagogos reaccionários, e olhamos para o nosso país, para os avanços que, embora limitados, o nosso povo conquistou, pela sua luta e pela acção determinante do PCP, percebemos que o grande capital não nos perdoa.

O grande capital e a direita reaccionária não perdoam ao PCP, ter sido determinante para afastar o PSD e o CDS do Governo, ter desmontado a farsa das supostas eleições para Primeiro-Ministro, ter aberto o caminho à reposição de direitos e rendimentos que tinham sido roubados ao povo português, ter demonstrado que não há direitos perdidos para todo o sempre.

O grande capital não perdoa ao PCP a coerência das suas posições em defesa dos direitos dos trabalhadores e do povo, na afirmação do direito do povo português a decidir soberanamente do seu destino, na luta por uma política patriótica e de esquerda que liberte o nosso país das garras do subdesenvolvimento imposto pela União Europeia e garanta os direitos económicos, sociais e culturais do nosso povo.

Os ataques torpes, quase doentios, de que o PCP e os seus dirigentes têm sido alvo nos últimos tempos, são bem a demonstração de que o grande capital vê no PCP o maior obstáculo político à sua dominação e não se conforma com a influência do PCP na vida nacional.

Estas campanhas, cirurgicamente coordenadas e calendarizadas, não nos intimidam. Mas não podem deixar de nos indignar, porque, como diz o povo, “quem não se sente não é filho de boa gente”.

Não podemos deixar de nos indignar com o silenciamento das posições do PCP pela comunicação social ligada ou subserviente ao poder económico, com a marginalização ostensiva do PCP nos programas de comentário político nas televisões e nas rádios, com o apagamento do PCP nas colunas de opinião da imprensa escrita, e com o lançamento de campanhas mediáticas insidiosas contra o PCP, persecutórias dos seus dirigentes e militantes, assentes na desonestidade, na deturpação e na calúnia.

Num país democrático, é um dever cívico e legal da comunicação social, e particularmente dos serviços públicos de rádio e de televisão, promover o debate político plural sem discriminação das forças políticas socialmente representativas.

E no entanto, a par da marginalização e do silenciamento do PCP, assistimos à promoção de concepções fascizantes, racistas, xenófobas e homofóbicas através da comunicação social e das redes sociais. Um nazi condenado por crimes de sangue é convidado de honra da TVI. Os reaccionários mais trogloditas desfilam como comentadores de serviço em espaços nobres das televisões e nas colunas dos jornais. Circulam as mais despudoradas falsificações através das redes sociais, prontamente amplificadas por uma comunicação social ávida de audiências e sensacionalismo.

Assistimos à apologia da criminalização da política, à difusão da mentira de que os políticos são todos iguais, a um falso discurso anti-corrupção, a um falso moralismo sem autoridade moral, à criação artificial de um ambiente social de medo, de instabilidade, de contestação inorgânica, propício à aceitação de medidas autoritárias, à liquidação dos princípios do regime democrático e à promoção dos mais desqualificados arrivistas e reaccionários.

É muito sintomático que aqueles que até 2015 pregavam aos quatro ventos a inevitabilidade da austeridade e achavam virtuosos os cortes de salários e de direitos, sejam os mesmos que agora, perante avanços sociais positivos ainda que tímidos, descubram a sua vocação reivindicativa e exijam hoje como sendo para ontem, aquilo que ontem rejeitavam para sempre.

Mas, camaradas e amigos, aqui reafirmamos que os reaccionários e demagogos não nos intimidam. O PCP transporta consigo um honroso património de luta quase centenária pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos trabalhadores e do povo. O reforço do PCP e da CDU nas próximas batalhas eleitorais é decisivo para evitar retrocessos e para dar mais força a quem luta pelos avanços que são necessários para a afirmação da soberania e do desenvolvimento do nosso país. Travaremos essas batalhas com confiança, porque, como bem dizemos, avançar é preciso.

Sublinhados meus

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 19:29
link do post | comentar | favorito
Domingo, 3 de Fevereiro de 2019

Está visto: os comunistas são feios, porcos e maus!

TVI logo.jpg

É neste quadro complexo que devemos olhar para o silenciamento, os ataques e as provocações ao Partido e para a animação de preconceitos anticomunistas, seja aproveitando factos ou inventando-os. Atingir o Partido é atingir a principal força da resistência e da defesa dos valores de Abril, da liberdade e da democracia.

Tudo tem servido e tudo vai servir:

  • a distorção de posicionamentos do PCP sobre os mais variados temas, da legalização da droga à tauromaquia, do glifosato à provocação da morte antecipada;

  • as campanhas sistemáticas e alinhadas pelo departamento de Estado norte-americano sobre questões internacionais (Síria, Coreia, Angola, agora a Venezuela);

  • deturpações sobre a forma como nos posicionamos perante o Governo minoritário do PS, oscilando entre sermos os que estamos sempre prontos a puxar o tapete ao Governo ou os que se batem por migalhas.

teia-de-aranha.jpg

A estratégia da aranha...

Nos últimos dias, instalou-se um frenesim e uma disputa entre os órgãos de comunicação social, a ver qual difama o PCP de forma mais sinistra.

A calúnia é uma arma muito antiga que o capital usa.

Ainda ninguém tentou provar quantas criancinhas comemos cada um ao pequeno-almoço, mas vão-se aproximando.

As peças das últimas duas semanas procuram atacar a credibilidade do Partido, atingir a reconhecida qualidade da gestão da CDU, dar a ideia de que o Partido é igual aos outros, minar a unidade do colectivo partidário.

Para além disso, revela que há sectores que acham mesmo que os comunistas não podem trabalhar ou ter funções na administração pública, nem ter actividade empresarial. Acham mesmo que ser militante do PCP é motivo para desconfiar, excluir, usar métodos pidescos para inquirir.

Coisas destas nós já vimos nas listas negras do mccarthismo, já vivemos no fascismo, não voltaremos atrás. Estamos na primeira linha da defesa das liberdades democráticas.

O PCP não se intimida. De campanhas mentirosas, tentativas de isolamento e perseguições grotestas está a nossa história cheia. Ultrapassámos todas falando verdade aos trabalhadores e ao povo, confiando na sua força e na sua luta, reforçando o Partido, em todos os planos.

Vai ser assim desta vez também!

Sublinhados meus

AQUI

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 19:45
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2019

A verdade sobre a campanha da TVI

TVI logo1.jpg

Foto de António Cotrim / Agência LUSA

 

A propósito da peça da TVI, envolvendo o secretário geral do PCP e a Câmara Municipal de Loures (CML), o AbrilAbril partiu do que a TVI produziu e das informações entretanto divulgadas pela autarquia de Loures, recolheu elementos de esclarecimento junto do presidente da Câmara e da entidade prestadora do serviço, e juntou tudo.

(de imprescindível visualização)

 

São factos reais:

 

1. A CML tem contratado empresas por ajuste directo e consulta prévia nos últimos anos para assegurar manutenção e reparação de abrigos de paragem, bem como colocação de publicidade institucional, entre outras tarefas;

2. Uma dessas entidades empresariais é a de Jorge Bernardino, empresário em nome individual;

3. Jorge Bernardino é casado com a filha de Jerónimo de Sousa.

A partir destes factos, a TVI desenvolveu um conjunto de especulações e insinuações que procurámos esclarecer. Em nenhum momento a TVI pôde afirmar a existência de qualquer ilegalidade ou irregularidade por manifestamente não ter encontrado nenhum facto, como o AbrilAbril também não conseguiu, que permitisse sugerir que isso teria acontecido.

AQUI

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 14:46
link do post | comentar | favorito
Domingo, 8 de Janeiro de 2017

Tributo a Silas Cerqueira

 

Textos integrais dos testemunhos de Frei Bento Domingues, Miguel Urbano Rodrigues, Isabel Allegro Magalhães, José Neves e Vasco Pinto Leite

 

Publicado neste blog:

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 11:56
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 8 de Novembro de 2016

Programa das Comemorações do Centenário da Revolução de Outubro

 

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 17:31
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015

Um homem justo para Presidente

Edgar Silva1

 

 

Um retrato de corpo inteiro...

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 12:20
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015

Paulo Portas quando decidiu que nunca ia ser político...

Paulo Portas_caricatura

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

 

Imperdível!!!

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 13:37
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 21 de Julho de 2015

A raiz das crescentes divergências entre os mais ricos e a restante população

Sacrificio.jpg

As desigualdades sociais atingem hoje patamares sem precedentes na história da democracia portuguesa. Os lucros do capital consomem uma parte cada vez maior da riqueza produzida, ao mesmo tempo que os trabalhadores vêem cair os seus rendimentos, e muitos deles, trabalhando, são empurrados para a pobreza. Na raiz das crescentes divergências entre os mais ricos e a restante população está a politica de direita e a governação do PSD-CDS nos últimos 4 anos.

É preciso acabar com a política geradora de desigualdades e empobrecimento.

Por mais que o 1º Ministro tente subverter os factos e omitir os impactos da sua politica, os trabalhadores não esquecem as promessas que fez e não cumpriu; os cortes nos salários, nas pensões, na protecção social e apoios sociais; a redução de direitos laborais e sociais; os ataques à contratação colectiva nos sectores privado e público; o aumento brutal dos impostos sobre os trabalhadores e pensionistas; os despedimentos, o desemprego e a precariedade; a privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento do país; a ofensiva contra as Funções Sociais do Estado, traduzida em sucessivos cortes no Serviço Nacional de Saúde, na Escola pública democrática, inclusiva e de qualidade, e na Segurança Social e no poder local democrático.

O país pode estar melhor para os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros mas está pior para os trabalhadores e a generalidade da população. Temos uma divida pública impagável e um Tratado Orçamental que esmaga a economia, asfixia as Funções Sociais do Estado e os Serviços públicos, impede o investimento público para pôr a economia a crescer e ataca os direitos laborais e sociais dos trabalhadores, pensionistas, dos jovens e dos desempregados.

Quando o 1º Ministro afirma que "chegou a hora de combater as desigualdades", não só está a tentar esconder que foi o seu Governo o maior responsável pela situação social dramática em que uma grande parte da população se encontra, como está, 4 anos depois, a persistir na mentira para tentar enganar os trabalhadores e o povo.

Depois de recentemente ter demonstrado que o Governo manipulou os dados do emprego e do desemprego em Portugal, a CGTP-IN apresenta 4 exemplos concretos de que o país, com a politica de direita entrou num rumo de retrocesso social e civilizacional que importa travar quanto antes, para bem dos trabalhadores, do povo e do país!

BALANÇA capital-trabalho

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 11:07
link do post | comentar | favorito
Domingo, 19 de Julho de 2015

Virgínia Faria de Moura (19 de Julho de 1915 / 19 de Abril de 1998)

Virginia Moura_1

 Virgínia de Moura foi uma mulher que levantou bem alto as bandeiras da liberdade, da democracia e do ideal da construção de uma terra sem amos

 

«Virgínia de Moura – mulher de Abril – cidadã de infatigável combatividade, resistente antifascista, intelectual comprometida com o sofrimento e as aspirações libertadoras do seu povo, revolucionária comunista, esteve sempre na primeira linha em todas as batalhas pela democracia, num percurso feito de firmeza de convicções, integridade, coragem moral e física, sensibilidade humana.

Se mulher houve cujo nome ficará para sempre ligado à nossa bela revolução libertadora ela foi sem qualquer sombra de dúvida, a camarada Virgínia de Moura que, desde a sua juventude, nunca deixou de estar na primeira linha dos grandes combates políticos que tendo como pano de fundo a luta dos trabalhadores e das massas populares, haveriam de conduzir à liquidação do fascismo, em Abril de 1974.»

Virginia Moura_3

«Estando presa na cadeia da PIDE, no Porto, em Março de 1957, quando morreram na sequência de torturas dois presos políticos, Joaquim Lemos de Oliveira e Manuel Silva Júnior, subscreveu, com outros presos, uma petição dirigida ao «Presidente da República», onde se apelava:

«Seja feito um rigoroso inquérito, dirigido por uma entidade estranha à PIDE sobre as circunstâncias em que se deram as mortes de Joaquim Lemos de Oliveira e Manuel da Silva Júnior, extensivo aos métodos usados para investigações nesta Polícia Internacional e de Defesa do Estado;

Nesse inquérito possam depor livremente todas as pessoas actualmente presas e aquelas que já o estiveram;

A nossa situação prisional passe a deixar de ser dependente da PIDE e não mais se verifique a circunstância de investigadores serem simultaneamente carcereiros.»

Eram signatários: Virgínia de Moura, Cecília Alves, Hernâni Silva, Ângelo Veloso, Pedro Ramos de Almeida, António Borges Coelho, Hermínio Marvão e Agostinho Neto.»

«Militante comunista desde a primeira metade dos anos 30, manteve até ao 25 de Abril de 1974 (e daí por diante) uma intensa actividade política, maioritariamente «aberta», em várias organizações e movimentos unitários da oposição democrática. Depois da actividade desenvolvida no Socorro Vermelho Internacional, nas lutas estudantis e na solidariedade com os republicanos espanhóis, Virgínia Moura participou, a partir de 1944, no Movimento de Unidade Nacional Antifascista (MUNAF), no Movimento de Unidade Democrática (MUD), no Movimento Nacional Democrático (MND), nas estruturas de apoio às candidaturas presidenciais de Norton de Matos, Ruy Luís Gomes, Arlindo Vicente e Humberto Delgado e interveio como activista ou candidata nas «eleições-farsa» de 1969 e 1973. Integrou, ainda, o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, o Movimento Democrático de Mulheres, a Associação Feminina Portuguesa para a Paz e a Comissão Nacional para a Defesa da Paz.»

 

sinto-me:
publicado por António Vilarigues às 00:03
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 27 seguidores

.pesquisar

.Agosto 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. A operação lançada contra...

. O grande capital e a dire...

. Está visto: os comunistas...

. A verdade sobre a campanh...

. Tributo a Silas Cerqueira

. Programa das Comemorações...

. Um homem justo para Presi...

. Paulo Portas quando decid...

. A raiz das crescentes div...

. Virgínia Faria de Moura (...

.arquivos

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Outubro 2018

. Julho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. álvaro cunhal

. assembleia da república

. autarquia

. avante!

. bce

. benfica

. blog

. blogs

. câmara municipal

. capitalismo

. caricatura

. cartoon

. castendo

. cds

. cdu

. cgtp

. cgtp-in

. classes

. comunicação social

. comunismo

. comunista

. crise

. crise do sistema capitalista

. cultura

. cultural

. democracia

. desemprego

. desenvolvimento

. desporto

. dialéctica

. economia

. economista

. eleições

. emprego

. empresas

. engels

. eua

. eugénio rosa

. exploração

. fascismo

. fmi

. futebol

. governo

. governo psd/cds

. grupos económicos e financeiros

. guerra

. história

. humor

. imagens

. imperialismo

. impostos

. jerónimo de sousa

. jornal

. josé sócrates

. lénine

. liberdade

. liga

. lucros

. luta

. manifestação

. marx

. marxismo-leninismo

. música

. notícias

. parlamento europeu

. partido comunista português

. paz

. pcp

. penalva do castelo

. pensões

. poema

. poesia

. poeta

. política

. portugal

. precariedade

. ps

. psd

. recessão

. revolução

. revolucionária

. revolucionário

. rir

. salários

. saúde

. segurança social

. sexo

. sistema

. slb

. socialismo

. socialista

. sociedade

. sons

. trabalhadores

. trabalho

. troika

. união europeia

. vídeos

. viseu

. vitória

. todas as tags

.links

.Google Analytics

blogs SAPO

.subscrever feeds