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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Event 201: «Os dons proféticos dos expoentes do neoliberalismo são, sem dúvida, admiráveis.»

Pessoas_event201_02.jpg

 

2020-03-26

José Goulão, Exclusivo O Lado Oculto/AbrilAbril

«No dia 18 de Outubro de 2019, dezena e meia de tecnocratas de luxo ao serviço das mais altas esferas do regime neoliberal globalista reuniram-se num hotel de Nova York para realizar “um exercício pandémico de alto nível” designado Event 201; consistiu na “simulação de um surto de um novo coronavírus” de âmbito mundial no qual, “à medida que os casos e mortes se avolumam, as consequências tornam-se cada vez mais graves” devido “ao crescimento exponencial semana a semana”.

Ninguém ouvira falar ainda de qualquer caso de infecção: estávamos a 20 dias de o jornal britânico Guardian noticiar o aparecimento na China de uma nova doença respiratória provocada – soube-se só algumas semanas depois – por um novo coronavírus.

Os dons proféticos dos expoentes do neoliberalismo são, sem dúvida, admiráveis.»

 

event-201_2.jpg

 

As pandemias têm as suas oportunidades de negócio.

As entidades que montaram o Event 201 com um coronavírus inventado são as mesmas que se preparam para extrair avultados dividendos com o coronavírus verdadeiro.

 

Event-201_3.jpg

 

Para Ler, Ouvir e Ver:

 

A operação lançada contra o PCP é um caso de estudo

Manipulação-Informativa

Seguidores da teoria deGoebbels, por aí vagueiam os que continuam a confiar que a mentira repetida pode, à força de ser mediatizada, passar a verdade. Partidários do mesmo anti-comunismo vêem, nas pisadas daquele, fonte de inspiração. Sem Reichtags à mão, enquanto motor de provocação, socorrem-se do que podem.

Confundindo carteira profissional com função de jornalismo, atirando a pedra e escondendo a mão com a cobardia própria dos que se julgando com as armas todas se podem mover a seu bel prazer, acreditando que têm por segura a total impunidade, aí estão mentindo, caluniando e difamando. Assumindo o papel de peões de brega de interesses que não confessam.

A operação lançada contra o PCP é um caso de estudo sobre até onde pode ser levada a manipulação de factos, a pergunta insidiosa que transporta a acusação feita verdade, o histerismo inquisitivo para se desmentir o que foi inventado, a instrumentalização de ligações familiares, a montagem de fragmentos desconexos para que se encaixem no puzzle difamatório previamente concebido, a censura de depoimentos recolhidos para suportar a mentira montada.

Não confundimos jornalismo nem jornalistas com a acção desqualificada, sem escrúpulos e mercenária das últimas semanas, circunscrita em número de agentes, embora com a força da amplificação mediática que lhe deu suporte.

A assertiva citação atribuída a Bernard Shaw quanto ao que esperar de uma luta com um porco não atinge nem se dirige aos jornalistas. Só quem chafurda na mentira e na calúnia nela se reverá.

Tocados onde mais lhes dói, os interesses monopolistas (incluindo os da comunicação social) soltaram os cães.

Cá estamos para os enfrentar e prosseguir a nossa intervenção em defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, combatendo exploração e empobrecimento.

Sem nos deixarmos intimidar.

Sublinhados meus

Manipulação Televisão

 

O grande capital e a direita reaccionária não perdoam ao PCP

antonio filipe 2019.jpg

Quanto mais se agudiza a crise do capitalismo e se acentuam as suas contradições, mais aumenta a agressividade contra aqueles que coerentemente se lhe opõem.

Quando se torna evidente a crise das soluções governativas demoliberais ensaiadas pelo capitalismo e cresce o mal-estar social ditado pelo aumento da exploração e pela acentuação das desigualdades, o poder económico solta os cães de fila e faz sair do armário toda a sorte de forças reaccionárias e fascistas destinadas a combater por todos os meios as forças democráticas que não se resignam perante a exploração e as injustiças e que lutam por transformações políticas, económicas e sociais de carácter progressista.

Quando vemos, em vários países e continentes, o poder económico promover a tomada do poder político por forças fascistas e demagogos reaccionários, e olhamos para o nosso país, para os avanços que, embora limitados, o nosso povo conquistou, pela sua luta e pela acção determinante do PCP, percebemos que o grande capital não nos perdoa.

O grande capital e a direita reaccionária não perdoam ao PCP, ter sido determinante para afastar o PSD e o CDS do Governo, ter desmontado a farsa das supostas eleições para Primeiro-Ministro, ter aberto o caminho à reposição de direitos e rendimentos que tinham sido roubados ao povo português, ter demonstrado que não há direitos perdidos para todo o sempre.

O grande capital não perdoa ao PCP a coerência das suas posições em defesa dos direitos dos trabalhadores e do povo, na afirmação do direito do povo português a decidir soberanamente do seu destino, na luta por uma política patriótica e de esquerda que liberte o nosso país das garras do subdesenvolvimento imposto pela União Europeia e garanta os direitos económicos, sociais e culturais do nosso povo.

Os ataques torpes, quase doentios, de que o PCP e os seus dirigentes têm sido alvo nos últimos tempos, são bem a demonstração de que o grande capital vê no PCP o maior obstáculo político à sua dominação e não se conforma com a influência do PCP na vida nacional.

Estas campanhas, cirurgicamente coordenadas e calendarizadas, não nos intimidam. Mas não podem deixar de nos indignar, porque, como diz o povo, “quem não se sente não é filho de boa gente”.

Não podemos deixar de nos indignar com o silenciamento das posições do PCP pela comunicação social ligada ou subserviente ao poder económico, com a marginalização ostensiva do PCP nos programas de comentário político nas televisões e nas rádios, com o apagamento do PCP nas colunas de opinião da imprensa escrita, e com o lançamento de campanhas mediáticas insidiosas contra o PCP, persecutórias dos seus dirigentes e militantes, assentes na desonestidade, na deturpação e na calúnia.

Num país democrático, é um dever cívico e legal da comunicação social, e particularmente dos serviços públicos de rádio e de televisão, promover o debate político plural sem discriminação das forças políticas socialmente representativas.

E no entanto, a par da marginalização e do silenciamento do PCP, assistimos à promoção de concepções fascizantes, racistas, xenófobas e homofóbicas através da comunicação social e das redes sociais. Um nazi condenado por crimes de sangue é convidado de honra da TVI. Os reaccionários mais trogloditas desfilam como comentadores de serviço em espaços nobres das televisões e nas colunas dos jornais. Circulam as mais despudoradas falsificações através das redes sociais, prontamente amplificadas por uma comunicação social ávida de audiências e sensacionalismo.

Assistimos à apologia da criminalização da política, à difusão da mentira de que os políticos são todos iguais, a um falso discurso anti-corrupção, a um falso moralismo sem autoridade moral, à criação artificial de um ambiente social de medo, de instabilidade, de contestação inorgânica, propício à aceitação de medidas autoritárias, à liquidação dos princípios do regime democrático e à promoção dos mais desqualificados arrivistas e reaccionários.

É muito sintomático que aqueles que até 2015 pregavam aos quatro ventos a inevitabilidade da austeridade e achavam virtuosos os cortes de salários e de direitos, sejam os mesmos que agora, perante avanços sociais positivos ainda que tímidos, descubram a sua vocação reivindicativa e exijam hoje como sendo para ontem, aquilo que ontem rejeitavam para sempre.

Mas, camaradas e amigos, aqui reafirmamos que os reaccionários e demagogos não nos intimidam. O PCP transporta consigo um honroso património de luta quase centenária pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos trabalhadores e do povo. O reforço do PCP e da CDU nas próximas batalhas eleitorais é decisivo para evitar retrocessos e para dar mais força a quem luta pelos avanços que são necessários para a afirmação da soberania e do desenvolvimento do nosso país. Travaremos essas batalhas com confiança, porque, como bem dizemos, avançar é preciso.

Sublinhados meus

 

Está visto: os comunistas são feios, porcos e maus!

TVI logo.jpg

É neste quadro complexo que devemos olhar para o silenciamento, os ataques e as provocações ao Partido e para a animação de preconceitos anticomunistas, seja aproveitando factos ou inventando-os. Atingir o Partido é atingir a principal força da resistência e da defesa dos valores de Abril, da liberdade e da democracia.

Tudo tem servido e tudo vai servir:

  • a distorção de posicionamentos do PCP sobre os mais variados temas, da legalização da droga à tauromaquia, do glifosato à provocação da morte antecipada;

  • as campanhas sistemáticas e alinhadas pelo departamento de Estado norte-americano sobre questões internacionais (Síria, Coreia, Angola, agora a Venezuela);

  • deturpações sobre a forma como nos posicionamos perante o Governo minoritário do PS, oscilando entre sermos os que estamos sempre prontos a puxar o tapete ao Governo ou os que se batem por migalhas.

teia-de-aranha.jpg

A estratégia da aranha...

Nos últimos dias, instalou-se um frenesim e uma disputa entre os órgãos de comunicação social, a ver qual difama o PCP de forma mais sinistra.

A calúnia é uma arma muito antiga que o capital usa.

Ainda ninguém tentou provar quantas criancinhas comemos cada um ao pequeno-almoço, mas vão-se aproximando.

As peças das últimas duas semanas procuram atacar a credibilidade do Partido, atingir a reconhecida qualidade da gestão da CDU, dar a ideia de que o Partido é igual aos outros, minar a unidade do colectivo partidário.

Para além disso, revela que há sectores que acham mesmo que os comunistas não podem trabalhar ou ter funções na administração pública, nem ter actividade empresarial. Acham mesmo que ser militante do PCP é motivo para desconfiar, excluir, usar métodos pidescos para inquirir.

Coisas destas nós já vimos nas listas negras do mccarthismo, já vivemos no fascismo, não voltaremos atrás. Estamos na primeira linha da defesa das liberdades democráticas.

O PCP não se intimida. De campanhas mentirosas, tentativas de isolamento e perseguições grotestas está a nossa história cheia. Ultrapassámos todas falando verdade aos trabalhadores e ao povo, confiando na sua força e na sua luta, reforçando o Partido, em todos os planos.

Vai ser assim desta vez também!

Sublinhados meus

AQUI

 

A verdade sobre a campanha da TVI

TVI logo1.jpg

Foto de António Cotrim / Agência LUSA

 

A propósito da peça da TVI, envolvendo o secretário geral do PCP e a Câmara Municipal de Loures (CML), o AbrilAbril partiu do que a TVI produziu e das informações entretanto divulgadas pela autarquia de Loures, recolheu elementos de esclarecimento junto do presidente da Câmara e da entidade prestadora do serviço, e juntou tudo.

(de imprescindível visualização)

 

São factos reais:

 

1. A CML tem contratado empresas por ajuste directo e consulta prévia nos últimos anos para assegurar manutenção e reparação de abrigos de paragem, bem como colocação de publicidade institucional, entre outras tarefas;

2. Uma dessas entidades empresariais é a de Jorge Bernardino, empresário em nome individual;

3. Jorge Bernardino é casado com a filha de Jerónimo de Sousa.

A partir destes factos, a TVI desenvolveu um conjunto de especulações e insinuações que procurámos esclarecer. Em nenhum momento a TVI pôde afirmar a existência de qualquer ilegalidade ou irregularidade por manifestamente não ter encontrado nenhum facto, como o AbrilAbril também não conseguiu, que permitisse sugerir que isso teria acontecido.

AQUI

 

A raiz das crescentes divergências entre os mais ricos e a restante população

Sacrificio.jpg

As desigualdades sociais atingem hoje patamares sem precedentes na história da democracia portuguesa. Os lucros do capital consomem uma parte cada vez maior da riqueza produzida, ao mesmo tempo que os trabalhadores vêem cair os seus rendimentos, e muitos deles, trabalhando, são empurrados para a pobreza. Na raiz das crescentes divergências entre os mais ricos e a restante população está a politica de direita e a governação do PSD-CDS nos últimos 4 anos.

É preciso acabar com a política geradora de desigualdades e empobrecimento.

Por mais que o 1º Ministro tente subverter os factos e omitir os impactos da sua politica, os trabalhadores não esquecem as promessas que fez e não cumpriu; os cortes nos salários, nas pensões, na protecção social e apoios sociais; a redução de direitos laborais e sociais; os ataques à contratação colectiva nos sectores privado e público; o aumento brutal dos impostos sobre os trabalhadores e pensionistas; os despedimentos, o desemprego e a precariedade; a privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento do país; a ofensiva contra as Funções Sociais do Estado, traduzida em sucessivos cortes no Serviço Nacional de Saúde, na Escola pública democrática, inclusiva e de qualidade, e na Segurança Social e no poder local democrático.

O país pode estar melhor para os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros mas está pior para os trabalhadores e a generalidade da população. Temos uma divida pública impagável e um Tratado Orçamental que esmaga a economia, asfixia as Funções Sociais do Estado e os Serviços públicos, impede o investimento público para pôr a economia a crescer e ataca os direitos laborais e sociais dos trabalhadores, pensionistas, dos jovens e dos desempregados.

Quando o 1º Ministro afirma que "chegou a hora de combater as desigualdades", não só está a tentar esconder que foi o seu Governo o maior responsável pela situação social dramática em que uma grande parte da população se encontra, como está, 4 anos depois, a persistir na mentira para tentar enganar os trabalhadores e o povo.

Depois de recentemente ter demonstrado que o Governo manipulou os dados do emprego e do desemprego em Portugal, a CGTP-IN apresenta 4 exemplos concretos de que o país, com a politica de direita entrou num rumo de retrocesso social e civilizacional que importa travar quanto antes, para bem dos trabalhadores, do povo e do país!

BALANÇA capital-trabalho

 

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