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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

A Irlanda e as fatais necessidades de um grande império, versão 2011

Josetxo Ezcurra, Rebelión de 4 de Janeiro

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- Batata, minha velha amiga! Quem diria que nos voltaríamos a encontrar graças aos mercados?

-

Publicado neste blog:

«Outra história melancólica é a da Irlanda. Quem não conhece as queixas seculares da Irlanda, da Verde Erin, terra de bardos e terra de santos, onde uma plebe conquistada, resto nobre de raça céltica, esmagada por um feudalismo agrário, vivendo em buracos como os servos góticos, vai desesperadamente disputando à urze, à rocha, ao pântano, magras tiras de terra, onde cultiva em lágrimas a batata?»

Para Ler:

O desenho baseia-se no quadro de Vincent Van Gogh, pintado em Abril 1885 em Nuenen, na Holanda, «Os comedores de batata»:

Publicado neste blog:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge
-

Vincent Van Gogh no cinema

Vincent Van Gogh e Paul Gauguin num filme de Vincente Minnelli (Lust for Life):

 

Do filme de Akira Kurosawa Sonhos (Dreams) o episódio dedicado a Van Gogh (Corvos).

O actor que faz de Vincent Van Gogh é Martin Scorsese.

Vídeos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

Don McLean: Vincent (Starry Starry Night)

Vincent (Starry Starry Night)

                                                           

Starry starry night, paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day with eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills, sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills, in colors on the snowy linen land

Now I understand what you tried to say to me
How you suffered for you sanity
How you tried to set them free
They would not listen they did not know how, perhaps they'll listen now

Starry starry night, flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue, morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain are soothed beneath the artist's loving hand

Now I understand what you tried to say to me
How you suffered for you sanity
How you tried to set them free
They would not listen they did not know how, perhaps they'll listen now

For they could not love you, but still your love was true
And when no hope was left in sight, on that starry starry night
You took your life as lovers often do,
But I could have told you, Vincent,
This world was never meant for one as beautiful as you
Starry, starry night, portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls with eyes that watch the world and can't forget.
Like the stranger that you've met, the ragged man in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose, lie crushed and broken on the virgin snow

Now I think I know what you tried to say to me
How you suffered for you sanity How you tried to set them free
They would not listen they're not listening still
Perhaps they never will.

Don McLean

Para ver e ouvir Don McLean a interpretar a canção «Vincent (Starry Starry Night)», uma homenagem ao pintor Vincent Van Gogh:

Para Ver e Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     

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