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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Ex-comunistas apoiam CDU

    O Castendo pode confirmar que está em marcha um abaixo assinado de apoio à CDU para os três actos eleitorais que se avizinham. Personalidades como Mário Soares, Manuel Alegre, Pina Moura, Zita Seabra, Raimundo Narciso, João Tunes, Vital Moreira, João Semedo, Judite de Sousa, Miguel Portas, Nuno Ramos de Almeida (ver comentário...), entre outros, encabeçam a lista dos notáveis. Todos ex-militantes do PCP ou das suas organizações juvenis. O movimento promete só parar quando conseguir o pleno de assinaturas. O Castendo também vai dar o seu contributo. Quem quiser aderir pode fazê-lo nesta caixa de comentários.

                                       

Ainda «A Rota da Grande Dissidente» - mais citações

    "O discurso político de Zita Seabra pauta-se por um tom categórico proporcional à sua inconsistência lógica e ideológica."

(...)

"Mas para saber, não basta decorar… O adversário também pode saber de cor a linguagem marxista, mas não alcança o marxismo. No caso de Zita, o mais provável é ter ficado só com a cábula na cabeça."

No prefácio à obra «O caminho para o derrubamento do fascismo – IV Congresso do Partido Comunista Português» (Edições Avante, 1997), eis como Álvaro Cunhal define as características identificadoras dos partidos comunistas e do movimento comunista em geral: «Uma, a completa independência dos interesses, da política, da ideologia, das pressões, ameaças e medidas repressivas das força do capital. Outra, a par da luta com objectivos imediatos, a luta pela transformação revolucionária da sociedade, pelo socialismo e o comunismo». (p. 48)

Sem perceber nada disto, convertida à classe burguesa de origem, resta-lhe a magia verbal para apoucar o PC: «é um partido de pequenas causas», diz na RTP 1. As pequenas causas da luta pela justiça social, da luta das classes trabalhadoras pelos seus direitos, da luta por uma sociedade sem exploração do homem pelo homem, uma sociedade de igualdade e liberdade.

A questão da derrota do sistema socialista na Europa de Leste e na Rússia parece ter sido a espoleta que levou Zita a virar o bico ao martelo. Compreende-se que uma transformação histórica de tal dimensão tenha abalado a consciência política de muitos. (...) Zita Seabra poderia ser, porventura, um bom exemplar da nomenklatura, na sua expressão mais negativa, daqueles elementos de uma casta burocrática de alguns partidos comunistas acomodados no poder, desligados do povo e habituados a soluções administrativas. Na sequência da perestroika, alguns converteram-se directamente ao capitalismo e serviram-se de posições para refazer uma classe exploradora e capitalista."

(...)

"A pessoa de convicções não muda de cor devido a uma derrota. A teoria do materialismo dialéctico e histórico pode fundamentar modelos e soluções práticas diferentes das que se concretizaram na Europa no século XX."

(sublinhados meus - trabalhei com Zita Seabra, na clandestinidade, de Julho 1972 até 25 de Abril de 1974; em democracia até Setembro de 1975; partilhilhámos o mesmo gabinete durante 1 ano)

 

In "A rota da grande dissidente"

 

Ainda «A Rota da Grande Dissidente» - citações

        "«Foi assim» é, contra as aparências de um depoimento realista, um texto basicamente de ficção: a narradora conta o seu passado para o reinventar, desacreditando-o."

(...)

"O maior erro na apreciação que se poderia fazer do livro de Zita é considerá-lo o testemunho objectivo da sua vida no Partido Comunista, ou o acto sincero de uma ajuste de contas com o passado, ou a narrativa factual de acontecimentos políticos em que participou, ou o ajuizar isento sobre pessoas com quem partilhou a militância comunista."

 (...)

"«Foi assim» é um texto de confronto político actualizado, um instrumento de propaganda contra o PCP e a ideologia comunista, um meio de alicerçar a sua carreira de militante da direita, de reforçar o seu prestígio no meio em que se situa. A autora age como inimiga do Partido, num posto ficcionalmente interior ao Partido, utilizando factos vividos e argumentos, num estilo que parece ser genuíno e natural, mas que é deliberadamente o do confronto politizado. Fim estratégico: desvalorizar, estigmatizar, ridicularizar e denegrir o PCP. Táctica: denunciar, expor pormenores, deturpar, caricaturar, montar cenários, desinformar, difamar, mentir. Principal ingrediente: a pessoa, a figura da arrependida, a pecadora que se confessa, servida por uma claque burguesa."

(...)

"Mas esta mesma pessoa que estava farta e saturada, descontente, descrente, desmotivada, não considera a possibilidade de pura e simplesmente aceitar funções mais modestas e consentâneas."

(sublinhados meus - trabalhei com Zita Seabra, na clandestinidade, de Julho 1972 até 25 de Abril de 1974; em democracia até Setembro de 1975; partilhilhámos o mesmo gabinete durante 1 ano)

 

In "A rota da grande dissidente"

 

 

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